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Saiba mais sobre a chikungunya

27/02/2015

 

CBrasil

Da Redação

 

 

Na última semana, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal lançou o Plano de Ação Integrado para Minimização dos Efeitos da Dengue e da Chikungunya. A iniciativa mostra a preocupação com o aumento de casos da doença conhecida como prima da dengue no Distrito Federal. No entanto, por se tratar de nova doença, a população ainda conhece pouco sobre a chikungunya e certamente ainda existem dúvidas, sobretudo, sobre sua real semelhança com a dengue.

 

A chikungunya surgiu na África do Sul e segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) também circula pela Ásia, Europa e Américas, com o primeiro caso registrado no Brasil em outubro de 2014. Ela é transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti, o mesmo que transmite a dengue, e também pelo mosquito Aedes Alpbopictus, mais comum em áreas rurais.

 

“É uma doença febril de início súbito. Assim como a dengue, a chikungunya provoca muitas dores no corpo, mas de forma bem mais intensa”, afirma o infectologista do Centro de Controle de Infecções Hospitalares do Hospital São Francisco, Dr. Henrique Marconi Pinhati (CRMDF 8802). Segundo o especialista, diferentemente da dengue, as dores nas juntas causadas pela chikungunya podem perdurar por meses e até anos, podendo evoluir para atrite reumatoide.

 

Outra diferença entre as doenças é que a chikungunya é única, enquanto a dengue possui quatro subtipos. “A população deve ser manter atenta aos sintomas da chikungunya, que são dor muscular e nas juntas e febre, e ao primeiro sinal buscar atendimento médico”, ressalta o clínico médico do Hospital São Francisco Dr. Lucas Louro de Oliveira (CRMDF 20263).

 

Prevenção

Combater os focos dos mosquitos transmissores, para ambas as doenças,  a melhor forma de prevenção. Como fazer isso a população já sabe: não permitir o acúmulo de água em lixo doméstico, vasilhames plásticos, pneus, garrafas e outros depósitos a céu aberto. “Ainda não vivemos o pior cenário da chikungunya no Brasil, ela deve vir com mais força daqui para frente. Por isso é altamente relevante controlar a proliferação do vetor da doença”, alerta Dr. Marconi. 

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